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Em um país de maioria de fototipos altos, a tecnologia que poupa a epiderme tem vantagem estrutural. Mas melasma exige respeito: energia demais reacende a mancha.
Ler o momento do melasma e calibrar energia é exatamente o que o curso Secret DUO aprofunda.
Em geral, sim. Como a radiofrequência é entregue pelas agulhas na derme e a epiderme é relativamente poupada, o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória tende a ser menor que o de lasers ablativos — uma vantagem real em fototipos IV a VI.
Melasma é uma condição de instabilidade melanocítica: calor excessivo pode piorar. A conduta é energia conservadora, menos passadas, intervalos maiores e sempre associar fotoproteção rigorosa e clareadores tópicos.
No melasma, o parâmetro mais seguro é a paciência — estabilizar antes de tratar vale mais que qualquer energia.
Diferente da cicatriz, onde mais estímulo costuma significar mais resultado, no melasma o excesso de energia é contraproducente e pode desencadear rebote pigmentar difícil de reverter.
Preparar a pele com clareadores e fotoproteção antes, e controlar a inflamação depois, reduz o risco de rebote pigmentar. O drug delivery de ativos despigmentantes pelos microcanais pode somar ao resultado.
Melasma ativo e inflamado não é o momento de tratar com energia. Estabilizar primeiro, tratar depois: a pressa é a principal causa de piora nessa indicação.
Em geral sim, por poupar a epiderme e reduzir o risco de HPI frente a lasers ablativos.
Energia conservadora, poucas passadas, intervalos maiores, com fotoproteção e clareadores associados.
Clareadores e fotoproteção antes, controle da inflamação depois; drug delivery de despigmentantes pode somar.
Com melasma ativo e inflamado — estabilizar antes, tratar depois.