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Cicatrizes atróficas de acne — boxcar, rolling e icepick — respondem de forma diferente entre si, e é justamente aí que a radiofrequência microagulhada consolidou sua posição como abordagem versátil o suficiente para tratar os três padrões no mesmo protocolo.
Dominar a leitura de subtipo e a profundidade correta é o foco do curso Secret DUO.
A profundidade determina em qual nível da derme o calor é entregue — e cada subtipo de cicatriz se ancora em uma profundidade distinta. Cicatrizes rolling, com aderências fibróticas mais superficiais, respondem bem a profundidades intermediárias; icepick, mais profundas e estreitas, exigem penetração maior e, por vezes, subcisão associada antes da RF.
| Subtipo | Característica | Estratégia |
|---|---|---|
| Rolling | Aderência superficial, ondulada | Profundidade intermediária; subcisão se fibrose |
| Boxcar | Bordas verticais definidas | Profundidade média a alta, múltiplas passadas |
| Icepick | Estreita e profunda | Penetração máxima; técnicas focais associadas |
Com dado consolidado de quase dois mil pacientes entre os estudos analisados, a RF microagulhada aparece como tratamento de alta eficácia e baixo índice de eventos adversos graves quando comparada a outras modalidades para cicatriz atrófica de acne.
O ganho real não está só na tecnologia — está em diagnosticar corretamente qual subtipo de cicatriz está na frente do laser.
Esse baixo perfil de eventos adversos, somado à segurança em pele pigmentada, explica por que a RF microagulhada se tornou primeira escolha para tantos casos no Brasil.
Associar laser fracionado de superfície à RF microagulhada de profundidade, ou intercalar sessões de subcisão em cicatrizes com aderência fibrótica marcada, tende a superar qualquer técnica isolada em casos mais complexos.
A plataforma Secret DUO reúne RF microagulhada e laser fracionado, simplificando esses protocolos combinados em um único equipamento.
Sim, ajustando a profundidade: rolling em profundidade intermediária, boxcar em média a alta, icepick em penetração máxima com técnicas focais.
Alta eficácia e baixo índice de eventos adversos graves em cicatriz atrófica, com dados de quase dois mil pacientes.
Porque cada subtipo se ancora em um nível diferente da derme; a profundidade errada compromete o resultado.
Em casos complexos, sim — a combinação supera a técnica isolada.