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Líquen plano pigmentoso é uma das dermatoses pigmentares mais resistentes ao tratamento convencional — e uma das que mais se beneficiam do efeito fotoacústico, em vez de fototérmico, do laser de picossegundos.
Esse raciocínio por mecanismo está no portfólio de cursos da Just Laser Academy.
Pulsos na escala de picossegundos fragmentam o pigmento por onda de choque mecânica, gerando muito menos calor residual no tecido do que os pulsos em nanossegundos dos lasers Q-switched tradicionais — reduzindo o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória em peles mais pigmentadas.
Menos calor residual significa menor estímulo aos melanócitos da epiderme — o principal risco ao tratar condições pigmentares em pele mais escura, onde o próprio tratamento pode piorar a pigmentação se a tecnologia errada for escolhida.
Em pigmento e fototipo alto, a pergunta certa não é "qual a energia", é "qual o mecanismo".
Múltiplas sessões espaçadas, fotoproteção rigorosa entre elas e acompanhamento da resposta a cada sessão — sem acelerar o intervalo por ansiedade do paciente — sustentam o clearance sem o efeito rebote comum nessa condição.
A disciplina de intervalo é parte do tratamento: no líquen plano pigmentoso, apressar sessões é a via mais rápida para o rebote que se quer justamente evitar.
O picossegundo fragmenta pigmento por onda de choque, com menos calor residual que os Q-switched em nanossegundos.
Menos calor = menor estímulo melanocítico = menor risco de piorar a pigmentação.
Sim — dermatose resistente que responde ao efeito fotoacústico com clearance sustentado.
Múltiplas sessões espaçadas, fotoproteção rigorosa e sem acelerar intervalos.