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Melasma continua sendo a condição mais frustrante de tratar a laser — não por falta de tecnologia eficaz, mas pela alta taxa de recidiva quando o protocolo ignora a natureza multifatorial e crônica da condição.
O domínio do toning é parte do Etherea MX Completo.
Comparando dezenas de ensaios clínicos randomizados, o toning com Nd:YAG 1064 nm Q-switched em baixa fluência aparece consistentemente como a abordagem a laser com melhor relação entre eficácia e risco de rebote quando comparado a IPL e a lasers fracionados isolados.
Fluências subterapêuticas aplicadas repetidamente reduzem a pigmentação de forma gradual, minimizando o estímulo inflamatório agudo que costuma preceder o rebote de melasma em protocolos mais agressivos.
No melasma, a paciência é parâmetro: a fluência que você não usa protege tanto quanto a que usa.
Nenhum protocolo a laser sustenta resultado sem fotoproteção rigorosa e controle dos gatilhos hormonais e inflamatórios do paciente — o laser trata o pigmento existente, não a causa que continua produzindo mais.
É por isso que o melhor protocolo técnico fracassa sem adesão: o melasma é doença crônica, e o laser é apenas um dos pilares do controle.
O toning com Nd:YAG 1064 nm Q-switched de baixa fluência, pelo melhor equilíbrio entre eficácia e risco de rebote.
Fluências subterapêuticas reduzem pigmento gradualmente, minimizando a inflamação que precede o rebote.
Não — sem fotoproteção e controle de gatilhos, o resultado não se sustenta.
A meta-análise favorece o toning com Nd:YAG sobre IPL e fracionados isolados.