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No Brasil, a maioria dos pacientes tem fototipo alto, e é justamente onde o laser mal indicado mais causa dano. Segurança em pele pigmentada é competência obrigatória, não opcional.
A segurança em pele pigmentada perpassa todo o Etherea MX Completo.
Porque a melanina compete pela energia do laser. Em fototipos IV a VI, comprimentos de onda e parâmetros mal escolhidos aquecem a epiderme pigmentada e provocam hiperpigmentação pós-inflamatória, a complicação mais comum nessa população.
O 1064 nm é o mais seguro em pele pigmentada por sua baixa absorção pela melanina. Tecnologias que poupam a epiderme, como a RF microagulhada, também têm vantagem estrutural nesses fototipos.
Fluência reduzida, tempo de pulso maior, resfriamento eficiente e intervalos ampliados entre sessões reduzem o risco. Teste de área antes do tratamento pleno é conduta padrão.
Preparar a pele com clareadores e fotoproteção, e controlar a inflamação depois, minimiza o risco de discromia. Em pele pigmentada, o pós-procedimento é tão decisivo quanto o disparo.
Em pele pigmentada, o disparo é metade do tratamento — a outra metade é o preparo e o pós que evitam a discromia.
Dominar a segurança em fototipos altos não é um detalhe regional — no Brasil, é a competência que define quem pode tratar a maioria da população com responsabilidade.
A melanina compete pela energia; parâmetros errados provocam hiperpigmentação pós-inflamatória.
O 1064 nm e tecnologias que poupam a epiderme, como a RF microagulhada.
Fluência reduzida, pulso maior, resfriamento, intervalos ampliados e teste de área.
Muito — clareadores, fotoproteção e controle da inflamação são decisivos contra a discromia.